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Além de Piaget, existem outros pesquisadores ou pesquisas na área da motivação

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Pesquisadores e pesquisas realizadas na área de motivação

Abraham Maslow, psicólogo americano e grande pesquisador de comportamento, criou a Hierarquia das Necessidades mais conhecida como a Pirâmide de Maslow, na qual ele explica os 5 níveis de necessidades do ser humano.

 

Frederick Herzberg (psicólogo e consultor americano, professor de Administração da Universidade da Utah), formulou a teoria dos dois fatores para explicar o comportamento das pessoas em situação de trabalho.

Victor H. Vroom desenvolveu uma teoria da motivação que rejeita noções preconcebidas e que reconhece essas diferenças individuais. Sua teoria se restringe exclusivamente à motivação para produzir. Para Vroom, uma pessoa pode desejar aumentar a produtividade quando três condições se apresentam.

Lawler encontrou evidências de que o dinheiro pode motivar não apenas desempenho, como também companheirismo e dedicação. Verificou que o dinheiro tem apresentado pouca potência motivacional em virtude de sua incorreta aplicação por parte das organizações. A relação não consistente entre o dinheiro e o desempenho, em muitas organizações, é devida a uma infinidade de razões.

 

DE MARCO, A. & JUNQUEIRA, F. C. (1993). Diferentes tipos de influências sobre a motivação de crianças numa iniciação esportiva. IN PICCOLO, V. L. N. (org.), Educação Física Escolar: ser ou não ter? Campinas, SP: Editora da UNICAMP.

MACHADO, A. A. (1995). Importância da Motivação para o Movimento Humano. In Perspectivas Interdisciplinares em Educação Física. S.B.D.E.F..

O processo motivacional também é uma função dinamizadora da aprendizagem, e os motivos irão canalizar as informações percebidas na direção do comportamento (TRESCA, DE ROSE JR, 2000).

 

MASACHS et al. (1994) realizou um estudo sobre os motivos para participar de programas de exercícios físicos. Concluíram que a realização de exercícios físicos de forma regular fazia com que houvesse uma mudança substancial nas motivações dos indivíduos, determinando a aparição de razões para manter-se ativo.

No estudo de TRESCA e DE ROSE JR (2000) investigou-se a predominância motivacional em aulas de dança na educação física escolar e verificaram que não houve uma diferença diferença entre as motivações intrínsecas e extrínsecas.

 

No estudo com cadeirantes que praticam basquetebol, identificou-se que os tipos de motivação destes indivíduos existem fatores intrínsecos e extrínsecos. Além disto, 50% dos praticantes buscaram neste esporte para desenvolver atividades do tipo lazer/recreação (BOAS, BIM e BARIAN, 2003).

 

BASSETS e ORTÍS (1999) estudaram a motivação de mulheres universitárias. Os autores encontraram que os motivos pelos quais estas decidiram praticar atividade física foram o acesso livre às instalações, tempo disponível e percepções dos benefícios físicos e psicológicos.

ATKINSON, R.; ATKINSON, R.; SMITH, E.; BEM, D. Introdução à psicologia de Hilgard. 13º Ed. Porto Alegre: Artmed. 2002.

BASSETS, M.P.; ORTÍS, L.C. Una intervención motivational para pasar del sedentarismo a la actividad en mujeres universitarias. Revista de Psicología del Deporte. v.8, n.1, p.53-66, 1999.

BOAS, M.S.V.; BIM, R.H.; BARIAN, S.H.S. Aspectos motivacionais e benefícios da prática do basquetebol sobre rodas. Revista de Educação física/UEM. v.14, n.2, p.7-11, 2003.

BUTT, D.C. Short scales for the measurement of sport motivation. International Journal of Sport Psychology. n.4, p.203-216, 1995.

TRESCA, R.P.; DE ROSE JR, D. Estudo comparativo de motivação intrínseca em escolares praticantes e não praticantes de dança. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. v.8, n.1, p.9-13, 2000.

WINTERSTEIN, P.J. A motivação para a atividade física e para o esporte. DE ROSE JR et al (Org.). Esporte e atividade física na infância e na adolescência: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed. 2002.

Chiavenato (apud Maslow,1994, p.506) desenvolveu uma teoria da motivação, segundo a qual as necessidades humanas estão organizadas em uma hierarquia de necessidades, formando uma espécie de pirâmide.

 

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