SOMOS PESSOAS MOTIVADAS!!
MOTIVAÇÃO HUMANA:Compreendendo as “forças” que movem o comportamento Humano.
“When the leaning people who knows all the answers,
come the life and change all the questions."(Emily Paul)
PIAGET E A MOTIVAÇÃO DO ALUNO...
"... uma outra variável interveniente na teoria de Piaget é a MOTIVAÇÃO do estudante, onde o educador deve estruturar o ambiente de modo a proporcionar uma rica fonte de estimulação ao aluno, permitindo que ele se desenvolva no seu próprio ritmo, guiado pelos próprios interesses de modo bastante livre. Fato interessante, pois seus resultados podem ser observados na educação de adultos, principalmente porque os alunos em questão saem de seus trabalhos e vão direto para a escola, e chegando lá, encontram um mundo que até então estava oculto, causando no início estranhamento e até medo. Mas, se a educação, como Piaget sugere, for planejada para permitir que o estudante manipule os objetos do seu ambiente, transformando-os, encontrando sentido para eles, dissociando-os, fazendo variar seus diferentes aspectos, até adquirir condições de fazer inferências lógicas internamente, desenvolvendo novos esquemas e novas estruturas, o estudante chegará através de uma seqüência de desequilíbrios sucessivos, seguidos de adaptações, ao conhecimento.
No entanto, a diferença que se encontra entre o estudante criança e o adulto é que quando estes ingressam na escola todos os estágios de desenvolvimento já foram percorridos, tornando-se um desafio para o educador recuperar sua capacidade de combinação e interação, principalmente quando tratarem de idéias abstratas, uma das maiores dificuldades demonstradas pelos estudantes. Tendo assim, o educador, que se preocupar em dar para o aluno condições de receber novas informações e conseqüentemente operá-las. Uma vez que Piaget, em seus estudos, afirmou que a inteligência está ligada à ação e o organismo (a mente) só recebe uma nova mensagem se estiver "sensibilizado", ou seja, preparado para recebê-la."
Alguns questionamentos de outros famosos:
"A escola evita a promoção de atividades significantes." (Carl Rogers)
Na verdade uma das idéias mais importantes na obra de Rogers é a de que "...a pessoa é capaz de controlar seu próprio desenvolvimento e isso ninguém pode fazer para ela...."
Vygotsky (1989) dá destaque às condições que o indivíduo possui para, a partir do ambiente em que vive, ter acesso aos "instrumentos físicos e simbólicos" desenvolvidos pelas gerações que o precederam. O instrumento amplia os modos de ação do homem. Assim, da mesma forma que atua sobre a natureza fazendo uso dos instrumentos físicos, transformando-a, o homem atua sobre si próprio através dos instrumentos simbólicos, transformando suas formas de agir. O desenvolvimento do pensamento a partir da experiência da criança, constrói internamente os hábitos culturais de seu grupo e do sistema lingüístico.
Sobre o desenvolvimento e aprendizado, Vygotsky considera como processos não coincidentes, embora esteja o aprendizado diretamente relacionado ao curso de desenvolvimento da criança, tomando como concepção que o desenvolvimento é a apropriação de formas cada vez mais elaboradas de atividade humana e, ressaltando o papel da educação escolar como ambiente específico para promover o desenvolvimento do aluno. A partir daquilo que a criança já sabe, de sua capacidade de equacionar problemas sem ajuda (desenvolvimento real), poderão ser criadas mais possibilidades de aprendizagem através da elaboração compartilhada, ou seja, o que ela ainda não realiza sozinha, poderá ter condições de realizá-lo sob a orientação dos adultos ou com a colaboração das crianças mais velhas (desenvolvimento proximal). Ao professor cabe provocar avanços na aprendizagem dos alunos que não ocorreriam espontaneamente.
De que forma histórias de sucesso podem ou não interferir na motivação dos professores?
Pergunta muito interessante essa!!!
Penso que sou uma pessoa MOTIVADA e atribuo isso ao meu temperamento e personalidade moldados às custas de vivências bem reais e pouco comuns. Lembro-me, entretanto que sempre adorei desafios: andei cedo (aos 11meses), sempre fui muito curiosa e teimosa e aprendi a tabuada antes de aprender a ler (herdei de meu pai a paixão pelos números)... também sempre fui fascinada por música, principalmente em inglês... Faço parte da primeira geração da "Babá Eletrônica" - A Televisão!! ...
Assim, Elvis Presley, As Panteras e MacGyver eram os meus assuntos favoritos na adolescência...Posso afirmar que assisti a todos os episódios do seriado do MacGyver...
Estranho eu lembrar justamente desse seriado, mas é que procurando sobre Motivação encontrei um artigo que afirma: "Quer melhores resultados na sua vida? Pense como o MacGyver:procure o clipe"
"...é interessante notar que mesmo dentro da própria empresa existem vários graus de motivação e comprometimento... é fácil distinguir os vencedores do resto: o resto só reclama. Os que têm melhores resultados admitem as dificuldades, mas fazem algo prático – têm iniciativa. Pensam e agem. Às vezes erram, mas geralmente acertam e ganham muito mais dinheiro do que a pessoa do lado. Sem saber, pensam exatamente da mesma forma que o McGyver: o foco dos vencedores está na solução (o clipe), e não no problema ...Enquanto o foco da maioria está no problema, os vencedores colocam o foco na solução. Resultado? Mais clientes satisfeitos e dinheiro no bolso. Quem tem o foco na solução sempre aproveita a oportunidade. Quem tem o foco no problema já vai carregado negativamente, obtendo resultados também negativos..."
Por isso, é certo afirmar que histórias de sucesso são altamente motivadoras para mim.
Finalizo com a citação de Monteiro Lobato:" Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira - MAS já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum."
Achados Preciosos da Madrugada...
A AFETIVIDADE NA FORMAÇÃO DA AUTO-ESTIMA DO ALUNO
Para TIBA (1999) a auto-estima “É o sentimento que faz com que a pessoa goste de si mesma. Aprecie o que faz e aprove suas atitudes. Trata-se de um dos mais importantes ingredientes do nosso comportamento”. (p.157).
Para SEBER (1997), dentro da teoria de Piaget, o afeto se desenvolve no mesmo sentido que a cognição ou inteligência e, é responsável pela ativação intelectual. Com suas capacidades afetivas e cognitivas expandidas através da contínua construção, as crianças tornam-se capazes de investir afeto e ter sentimentos validados nelas mesmas. Neste aspecto, a auto-estima mantém uma estreita relação com a motivação ou interesse da criança para aprender.
O afeto é o princípio norteador da auto-estima.
Desenvolvido o vínculo afetivo, a aprendizagem, a motivação e a disciplina tornam-se conquistas significativas para o autocontrole do aluno e seu bem estar escolar.Percebe-se uma forte relação entre professor e aluno, influenciando na formação da auto-estima, pois o professor que não tem amor pela profissão, e apresenta diferentes reações diante de um aluno indiferente ou agressivo, pode comprometer o desenvolvimento escolar da turma.
Segundo BEAN et al, (1995), a auto-estima afeta o aprendizado. As pesquisas sobre a auto-imagem e o desempenho escolar mostram a forte relação entre a auto-estima e a capacidade de aprender. A elevada auto-estima estimula a aprendizagem. O aluno que goza de elevada autoestima aprende com mais alegria e facilidade. Enfrenta as novas tarefas de aprendizagem com confiança e entusiasmo. Seu desempenho tende a ser um sucesso, pois a reflexão e o sentimento precedem a ação, demonstrando “firmeza” e expectativas positivas, diferente de um que se sente incompetente, fracassado.
O desempenho bem-sucedido reforça seus bons sentimentos. A cada sucesso alcançado, ele se considera mais competente. Sua capacidade de enfrentar desafios é maior e mais saudável psicologicamente do que daquele que tem uma visão negativa de si, pois acha-se um derrotado e teme situações que possam expor seus pensamentos e sentimentos.
Teóricos da educação, educadores e autores tratam da afetividade como fator preponderante para a construção do autoconceito do aluno. Ela vem sendo abordada com mais intensidade, porque a violência, a agressividade e o desrespeito vivido hoje pela maioria das pessoas podem ter causas de fundo afetivo, por conta da falta de valorização da pessoa como ser humano. Desta forma, inevitavelmente, seu autoconceito é alterado.
OLIVEIRA (1998), aborda as idéias de Vygotsky que sempre se preocupou com o aprendizado inserido no desenvolvimento sócio-histórico da pessoa como um processo que apresenta diferentes fases que estão interligadas entre si. Independentemente da fase que esteja vivendo, o ser humano está convivendo com grupos diversificados de pessoas que, contribuem a todo o momento com a construção de sua auto-estima.
Na tentativa de mudanças das práticas pedagógicas, algumas escolas começam a investir na formação do professor, buscando referenciais teóricos que auxiliem no desempenho do aluno no processo ensino-aprendizagem, tendo como base a afetividade como resgate da auto-estima, procurando assim atenuar as dificuldades de aprendizagem como de relacionamentos interpessoais encontradas pelos alunos. Observa-se que cada vez mais os casos de agressões e desrespeitos verbais entre alunos e professores vêm aumentando nas escolas e na comunidade externa, despertando, em alguns educadores e pais, a preocupação em resgatar nestes alunos e professores uma relação de afetividade considerada fundamental para que situações como estas sejam superadas
Para BRIGSS (2000, p.162), “Toda criança precisa do máximo de experiência direta possível. Só dessa maneira ela pode chegar a conhecer o seu ambiente pessoal”. As escolas oferecem, evidentemente, grande ênfase à palavra falada e a escrita, uma prática utilizada no lar, que desenvolve uma habilidade muito valorizada na escola, a linguagem escrita. No entanto, podemos estimular a criança a falar através dos exemplos familiares respeitando as suas idéias e sentimentos. A comunicação realmente aberta só floresce num clima de segurança.
Comments (2)
Anonymous said
at 2:32 pm on Dec 5, 2006
Olá Deya, estou enviando umas imagens conforme combinado e providenciando um 3º mapa conceitual , o que achaste do 2º veja no meu rascunho . Abraços Ana Virginia
Anonymous said
at 12:55 pm on Dec 15, 2006
Deya querida, dê uma olhada no campo mapas conceituais---mapa final-- nos comentários eu coloquei algumas dúvidas para sanarmos em relação ao nosso projeto e mapa - atividade integradora.Beijão Ana Virginia
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